sábado, 21 de outubro de 2023

Primeira Leitura: Romanos 5,12.15.17-21 - 24.10.2023


Leitura da carta de São Paulo aos Romanos – Irmãos, 

12. Por isso, como por um só homem entrou o pecado no mundo e pelo pecado a morte, assim a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.

15. Mas a graça não é como a falta. Se a falta de um só trouxe a morte sobre todos, com muito mais razão, por um só, Jesus Cristo, a graça de Deus e o dom que emana da graça de um só homem, Jesus Cristo, abundaram para todos.

17. Por um só homem, pela falta de um só, começaram a reinar pela falta daquele, quanto mais, com muito maior razão, receberão, em abundância, a graça e o dom da justiça, para reinar na vida, por um só, Jesus Cristo.

18. Assim, como pela falta de um só veio a condenação sobre todos os homens, do mesmo modo, pela justiça de um só, virá para todos os homens a justificação que dá a vida.

19. Pois, como pela desobediência de um só homem, a multidão dos homens se fez pecadora, assim, pela obediência de um só, a multidão se tornará justa.

20. A Lei, entretanto, veio em acréscimo, para que a falta abundasse. Mas, onde abundou o pecado, superabundou a graça.

21. Para que, assim como o pecado reinou pela morte, assim também a graça reine, pela justiça, para a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor. - Palavra do Senhor.


Reflexão:


Nesta passagem da Epístola aos Romanos, o apóstolo Paulo explora profundamente o contraste entre o pecado que entrou no mundo por meio de Adão e a graça que foi manifestada em Jesus Cristo. A leitura começa reafirmando a realidade do pecado e sua consequência inevitável, que é a morte. Todos nós herdamos a tendência ao pecado de Adão, e isso nos coloca em um estado de condenação espiritual.

No entanto, Paulo enfatiza que, assim como o pecado entrou no mundo por um homem (Adão), a graça e a justificação para a vida eterna entraram no mundo por meio de Jesus Cristo, que é chamado de "o segundo Adão". Jesus, por meio de Sua obediência e sacrifício na cruz, restaurou o relacionamento entre Deus e a humanidade, trazendo a graça e a justiça que leva à vida eterna.

A ênfase aqui é que, enquanto o pecado e a morte reinaram por meio da desobediência de um homem, a graça, a justiça e a vida eterna agora reinam por meio da obediência de Jesus Cristo. A abundância da graça de Deus é ressaltada, pois ela supera a abundância do pecado. A Lei, que foi dada como um guia, revelou ainda mais nossa necessidade de redenção por meio da graça.

Essa leitura nos lembra da necessidade de reconhecermos nossa condição pecaminosa e da nossa dependência da graça de Deus, que nos é dada através de Jesus Cristo. Ela também nos encoraja a viver em obediência à vontade de Deus e a buscar a justiça, confiando na obra redentora de Cristo para a nossa salvação. Em Jesus, encontramos a esperança de vida eterna e o perdão para nossos pecados, livrando-nos da condenação espiritual que o pecado trouxe ao mundo.

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sexta-feira, 20 de outubro de 2023

Primeira Leitura: Romanos 4,20-25 - 23.10.2023


Leitura da carta de São Paulo aos Romanos – Irmãos,

20. E a respeito da promessa de Deus, ele não hesitou, não desconfiou, mas sua fé foi fortalecida e deu glória a Deus,

21. plenamente convencido de que Deus era poderoso para cumprir o que prometera.

22. É por isso que isso lhe foi atribuído como justiça.

23. Não é por ele somente que está escrito, mas também por nossa causa:

24. a nós será atribuído o mesmo, a nós que cremos naquele que ressuscitou Jesus, nosso Senhor, dos mortos.

25. Ele foi entregue à morte por causa de nossos pecados e ressuscitou para nossa justificação.

- Palavra do Senhor.


Reflexão

A reflexão sobre essa passagem nos leva a considerar a natureza da fé e sua importância em nossa vida espiritual.

Abraão é um exemplo notável de fé inabalável. Ele acreditou nas promessas de Deus, mesmo quando as circunstâncias pareciam impossíveis. Isso nos lembra que a fé verdadeira não é apenas crer em Deus, mas também confiar n'Ele completamente, independentemente das dificuldades que enfrentamos.

A fé de Abraão foi tão profunda que "lhe foi atribuído como justiça." Isso significa que a fé é o meio pelo qual somos reconciliados com Deus. Não é por nossas próprias ações ou méritos, mas sim pela fé em Deus e em Sua promessa de redenção.

Paulo também nos diz que essa promessa de justificação pela fé não se aplica apenas a Abraão, mas a todos nós que cremos na ressurreição de Jesus Cristo. A morte e ressurreição de Jesus são a base da nossa justificação. Sua morte pagou o preço pelos nossos pecados, e Sua ressurreição garante a nossa redenção.

Portanto, esta passagem nos convida a examinar nossa própria fé. Você confia em Deus, mesmo quando a vida parece desafiadora? Você acredita que a justificação vem pela fé em Jesus Cristo? Lembre-se de que a fé é a chave para a nossa relação com Deus, e é através dela que encontramos a justificação e a esperança da ressurreição.

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quinta-feira, 19 de outubro de 2023

Primeira Leitura: Isaías 45,1.4-6 - 22.10.2023



Leitura do livro do profeta Isaías –

1. Assim fala o Senhor a Ciro, seu ungido, a quem tomo pela mão direita, para sujeitar as nações diante dele e desapertar o cinto dos reis, para abrir as portas diante dele, para que não fiquem fechadas as portas.

4. Por amor de meu servo Jacó e de Israel, meu eleito, eu te chamei por teu nome e te dei um título, ainda que não me conhecesses.

5. Eu sou o Senhor e não há outro; fora de mim não há Deus; eu te cingi, ainda que não me conhecesses,

6. para que saibam desde o oriente ao ocidente que não há outro fora de mim; eu sou o Senhor e não há outro. - Palavra do Senhor.


Reflexão:


Nesta passagem do livro de Isaías, o profeta fala sobre Ciro, o rei persa, que é chamado de "ungido" pelo Senhor. Isso é notável porque Ciro não era um crente judeu, mas Deus o escolheu para cumprir um propósito especial. Isaías proclama que Deus chama Ciro pelo nome, mesmo que ele não O conheça, e lhe dá um título e uma missão: a conquista de nações e a abertura de portas.

O contexto dessa passagem é crucial. Na época, o povo de Israel estava no exílio na Babilônia, aguardando a libertação. Deus usa Ciro como um instrumento para cumprir Sua vontade, libertando os exilados e permitindo-lhes retornar à sua terra natal. Esta é uma prova da soberania de Deus sobre os eventos da história e Sua capacidade de usar até mesmo líderes seculares para cumprir Seus propósitos.

A reflexão que podemos tirar dessa passagem é que Deus age de maneiras misteriosas e muitas vezes surpreendentes. Ele não se limita a agir apenas dentro dos círculos religiosos, mas trabalha em toda a história, usando quem Ele escolhe para realizar Seus planos divinos. Assim, devemos permanecer abertos à ideia de que Deus pode usar pessoas e eventos inesperados para cumprir Suas promessas e objetivos.

Além disso, a afirmação central deste trecho de Isaías é que "Eu sou o Senhor e não há outro; fora de mim não há Deus." É uma lembrança poderosa da unicidade e supremacia de Deus sobre todas as coisas. Isso nos incentiva a confiar plenamente em Deus, independentemente das circunstâncias, sabendo que Ele está no controle e tem o poder de direcionar o curso da história de acordo com Seu plano divino.

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quarta-feira, 18 de outubro de 2023

Primeira Leitura: Romanos 4,13.16-18 - 21.10.2023



Leitura da carta de São Paulo aos Romanos – Irmãos,

"13. Pois não pela Lei que o mundo conheceu a promessa, mas pela justiça da fé.

16. Por isso, a herança provém da fé, para que seja por graça e, assim, seja segura para toda a descendência, não só para a descendência que é da Lei, mas também para a que é da fé de Abraão, que é pai de todos nós.

17. Como está escrito: Eu te constituí pai de muitas nações. Ele é pai diante de Deus, no qual ele creu, o Deus que vivifica os mortos e chama à existência o que não existe.

18. Contra a esperança, ele teve fé e esperou que viria a ser pai de muitas nações, segundo o que lhe foi dito: Assim será a tua descendência." - Palavra do Senhor.

Reflexão:


Nesta passagem da Carta aos Romanos, São Paulo aborda o tema da justificação pela fé e o papel central de Abraão como exemplo de fé. Paulo ensina que a promessa de Deus não se cumpre através da Lei, mas pela fé, pela "justiça da fé."

A fé de Abraão é destacada como um modelo de confiança em Deus. Ele acreditou nas promessas de Deus, mesmo quando as circunstâncias pareciam impossíveis. Abraão é apresentado como o pai espiritual de todos os que creem, independentemente da origem étnica ou cultural, porque ele confiou no Deus que "vivifica os mortos e chama à existência o que não existe."

Essa passagem ressalta que a herança da fé é um dom de Deus, não algo que podemos ganhar por nossos próprios méritos. A fé de Abraão, que Paulo destaca como "contra a esperança," é um lembrete de que nossa confiança em Deus deve ser inabalável, mesmo quando as circunstâncias parecem desafiadoras.

A mensagem essencial aqui é que a justificação não é baseada em obras ou na observância da Lei, mas sim na fé em Deus e em Sua promessa. Como cristãos, somos chamados a confiar em Deus da mesma maneira que Abraão fez, acreditando em Suas promessas, mesmo quando enfrentamos dificuldades. Isso nos lembra que a salvação é um dom gracioso de Deus, alcançado através da fé, não pelo nosso próprio esforço, e que nossa fé em Deus deve ser inabalável, mesmo nas situações mais desafiadoras.

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terça-feira, 17 de outubro de 2023

Primeira Leitura: Romanos 4,1-8 - 20.10.2023



Leitura da carta de São Paulo aos Romanos – Irmãos,

1 Que diremos, pois, que Abraão, nosso pai, segundo a carne, obteve?

2 Se Abraão foi justificado por obras, ele tem motivo para se gloriar, mas não diante de Deus.

3 Com efeito, que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi atribuído como justiça.

4 Ora, ao que trabalha, o salário não é contado como favor, mas como dívida.

5 Ao contrário, ao que não trabalha, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça.

6 Como também Davi declara bem-aventurado o homem a quem Deus atribui a justiça, independentemente das obras:

7 Felizes aqueles cujas iniquidades foram perdoadas e cujos pecados foram cobertos!

8 Feliz o homem a quem o Senhor não imputou o pecado! - Palavra do Senhro.


Reflexão:


A leitura de Romanos 4,1-8 nos apresenta um argumento fundamental na teologia de São Paulo, que é a justificação pela fé. Neste trecho, ele recorre ao exemplo de Abraão para explicar como a fé é o meio pelo qual somos justificados diante de Deus.

Paulo começa observando que, se Abraão tivesse sido justificado por obras, ele poderia se vangloriar disso, mas não diante de Deus. Isso porque, se a justificação fosse obtida através de obras, seria uma questão de merecimento e não de graça.

O apóstolo então cita o Antigo Testamento para sustentar seu argumento. Ele se baseia no exemplo de Abraão, que creu em Deus, e essa fé lhe foi atribuída como justiça. Isso significa que Abraão não alcançou a justiça por mérito, mas por sua fé em Deus. A fé, para Paulo, é o meio pelo qual somos declarados justos por Deus, independentemente de nossas obras.

Paulo também menciona o exemplo de Davi, que fala sobre a felicidade daqueles a quem Deus perdoa e cobre seus pecados, enfatizando que a justificação divina não se baseia nas ações humanas, mas na graça e misericórdia de Deus.

Portanto, essa passagem nos lembra da importância da fé em nossa relação com Deus. Nossa justificação não está enraizada em nossas boas obras, mas na fé que temos em Deus e em Seu perdão. Isso nos convida a confiar na graça de Deus e a reconhecer que somos abençoados quando Ele nos perdoa e nos justifica. É um lembrete poderoso de que a salvação é um dom de Deus que recebemos pela fé, não por nossos próprios esforços.

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segunda-feira, 16 de outubro de 2023

Primeira Leitura: Romanos 3,21-30 - 19.10.2023

 


Leitura da carta de São Paulo aos Romanos – Irmãos,

21 Mas, agora, independente da Lei, manifestou-se a justiça de Deus, testemunhada pela Lei e pelos Profetas.

22 Justiça de Deus por meio da fé em Jesus Cristo, para todos os que creem. De fato, não há distinção.

23 Todos pecaram e estão privados da glória de Deus,

24 e são justificados gratuitamente pela sua graça, em virtude da redenção realizada em Cristo Jesus.

25 Deus o destinou como instrumento de propiciação pelo seu próprio sangue, mediante a fé, para mostrar a sua justiça, por ter deixado impunes os pecados de outrora,

26 quando ele manifestou a sua justiça no tempo presente, para ser ele o justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus.

27 Onde está, então, a jactância? Foi eliminada. Por qual Lei? Pela Lei das obras? Não, mas pela Lei da fé.

28 Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da Lei.

29 Ou será Deus somente Deus dos judeus? Não será também Deus dos pagãos? Com certeza, também dos pagãos.

30 Visto que Deus é único, justificará tanto os circuncidados pela fé como os incircuncisos pela fé.

- Palavra do Senhor.


Reflexão:


Nesta passagem da Epístola aos Romanos, o apóstolo Paulo discute o tema da justificação pela fé em Jesus Cristo. Ele começa enfatizando que a justiça de Deus foi manifestada de forma independente da Lei, embora tenha sido testemunhada pela Lei e pelos Profetas do Antigo Testamento. A justiça de Deus é agora acessível a todos, judeus e gentios, por meio da fé em Jesus Cristo.

Paulo destaca que todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, o que significa que todos nós, como seres humanos, somos pecadores e falhos. No entanto, a boa notícia é que Deus oferece a justificação de forma gratuita, pela Sua graça, por meio da obra redentora de Jesus na cruz. A justificação é a ação de Deus que declara o pecador como justo, perdoando seus pecados e restaurando um relacionamento correto com Ele.

O sacrifício de Jesus na cruz é apresentado como um instrumento de propiciação, um ato que apazigua a ira de Deus e reconcilia a humanidade com Ele. A fé em Jesus é o meio pelo qual essa justificação é alcançada. Portanto, não é pelas obras da Lei que somos justificados, mas sim pela fé em Cristo.

Paulo encerra essa passagem enfatizando que Deus é o Deus tanto dos judeus como dos gentios, e Sua justificação está disponível para todos, independentemente de sua origem étnica ou observância da Lei judaica. A mensagem é que a justificação é pela fé e pela graça de Deus, não por nossos próprios méritos ou obras.

Essa passagem é fundamental na teologia cristã, enfatizando a salvação pela graça mediante a fé em Jesus Cristo e estendendo essa oferta de justificação a todas as pessoas, independentemente de sua origem ou contexto religioso. É um lembrete poderoso de que a salvação é um dom de Deus, e nossa resposta é a fé em Jesus Cristo.

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domingo, 15 de outubro de 2023

Primeira Leitura: 2 Timóteo 4,10- 18.10.2023-17



Leitura da segunda carta de São Paulo a Timóteo – Caríssimo, 

10 Pois Demas me abandonou por amor do mundo presente e partiu para Tessalônica; Crescente para a Galácia, Tito para a Dalmácia.

11 Só Lucas está comigo. Toma contigo Marcos e traze-o, pois me é útil para o ministério.

12 Enviei Tíquico a Éfeso.

13 Quando vieres, traze contigo a capa que deixei em Trôade, na casa de Carpo, e os livros, sobretudo os pergaminhos.

14 Alexandre, o ferreiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe dará segundo as suas obras.

15 Guarda-te também dele, pois resistiu tenazmente às nossas palavras.

16 Na minha primeira defesa, ninguém se apresentou em meu favor, mas todos me desampararam. Que isso não lhes seja imputado!

17 O Senhor, porém, esteve a meu lado e me deu forças, para que, por meu intermédio, a pregação fosse plenamente cumprida e chegasse ao conhecimento de todos os gentios. - Palavra do Senhor.


Reflexão:


Nesta passagem da Segunda Epístola a Timóteo, o apóstolo Paulo compartilha algumas reflexões e situações que ele enfrentou em seu ministério e relacionamentos. Aqui estão algumas considerações:

Demas e o amor pelo mundo: Paulo menciona que Demas o abandonou devido ao amor pelo mundo presente. Isso nos lembra da constante tensão entre a fé e as atrações do mundo. Às vezes, as preocupações mundanas podem nos afastar do nosso compromisso com Deus.

A fidelidade de Lucas e Tito: Enquanto Demas partiu, Lucas permaneceu com Paulo, demonstrando lealdade e apoio em momentos difíceis. Tito também é mencionado como alguém que partiu, mas provavelmente por razões de serviço na fé.

Marcos e Tíquico: Paulo instrui Timóteo a trazer Marcos, indicando que ele se tornou útil para o ministério. Isso destaca a capacidade de mudança e crescimento nas relações e ministérios cristãos. Tíquico é enviado a Éfeso, demonstrando a importância de mensageiros na propagação do evangelho.

Enfrentando adversidades: Paulo menciona que Alexandre, o ferreiro, lhe causou muitos males. No entanto, ele confia na justiça divina e deixa a Deus retribuir conforme as ações de Alexandre. Isso nos ensina sobre a importância da paciência e da confiança em Deus ao enfrentar oposição e adversidades.

A presença divina: Apesar de muitos o terem abandonado, Paulo enfatiza que o Senhor esteve ao seu lado e lhe deu forças. Isso nos lembra que, mesmo nas situações mais difíceis, Deus não nos abandona, e Sua presença é nossa fonte de força e consolo.

Em resumo, esta passagem nos convida a refletir sobre a lealdade e a fidelidade nos relacionamentos, a importância da paciência diante da adversidade e a certeza da presença de Deus em nossa vida, mesmo quando enfrentamos desafios no cumprimento de nossa fé e missão.