quarta-feira, 19 de junho de 2024

Primeira Leitura 20.06.2024: Eclesiástico 48,1-15 -


Eclesiástico 48,1-15 (Bíblia de Jerusalém)

Leitura do livro do Eclesiástico:

1. Então apareceu Elias, um profeta semelhante ao fogo; suas palavras queimavam como um facho.

2. Ele fez vir a fome sobre eles e, por seu zelo, reduziu-os a um pequeno número.

3. Pela palavra do Senhor, fechou o céu, e fez descer fogo três vezes.

4. Como te tornaste glorioso, Elias, pelos teus prodígios! Quem pode gloriar-se de ser igual a ti?

5. Tu que fizeste levantar um morto do sepulcro, e das profundezas da morte pela palavra do Senhor.

6. Tu que precipitaste reis na perdição, e derrubaste de seus leitos homens ilustres.

7. Tu que no Sinai ouviste palavras de reprovação, e no Horeb sentenças de castigo.

8. Tu que ungiste reis para se vingarem, e profetas para te sucederem.

9. Tu que foste arrebatado num turbilhão de fogo, num carro com cavalos ardentes.

10. Tu que foste designado para, nos tempos vindouros, acalmar a cólera do Senhor antes que ela se desencadeie, para reconduzir o coração dos pais aos filhos, e restabelecer as tribos de Jacó.

11. Felizes os que te viram, e os que adormeceram no amor, porque também nós certamente viveremos.

12. Elias foi envolvido no turbilhão, e Eliseu foi enchido de seu espírito. Durante sua vida, nenhum príncipe o superou, e ninguém o dominou.

13. Nada lhe era difícil, e, mesmo morto, seu corpo profetizou.

14. Durante sua vida, ele fez prodígios, e, depois de morto, suas obras foram maravilhosas.

15. Apesar disso, o povo não se arrependeu, nem renunciou aos seus pecados, até que foram levados de sua terra e espalhados por toda a terra. - Palavra do Senhor.


Reflexão:


Nesta leitura, somos apresentados à figura de Elias, um profeta de extraordinário poder e zelo pelo Senhor. Elias não apenas realizou milagres e sinais prodigiosos, como também desempenhou um papel crucial em chamar o povo de Israel ao arrependimento e à fidelidade a Deus. Ele é descrito como alguém cujas palavras eram fogo e cujas ações tinham o poder de mudar o curso da história. 

A reflexão sobre Elias nos leva a considerar o impacto e a importância de sermos instrumentos de mudança no mundo. Elias, com sua fé inabalável e obediência a Deus, foi capaz de realizar grandes coisas. Ele nos lembra que, com a força divina, podemos enfrentar desafios aparentemente insuperáveis e deixar um legado duradouro. 

A leitura também nos apresenta Eliseu, que herdou o espírito de Elias e continuou sua obra, mostrando que a missão divina transcende gerações. Mesmo após a morte de Elias, sua influência e poder continuaram a ser sentidos, destacando a perenidade da verdadeira fé e obediência a Deus.

Assim, somos convidados a refletir sobre nossa própria vida e missão. Como podemos, à semelhança de Elias e Eliseu, ser agentes de transformação em nosso tempo? Como podemos viver de maneira a que nossa fé e ações inspirem e impactem as gerações futuras? Que possamos buscar em Deus a força e a sabedoria para cumprir nossa missão com a mesma fidelidade e zelo demonstrados por esses grandes profetas.

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terça-feira, 18 de junho de 2024

Primeira Leitura: 2 Reis 2:1.6-14 - 19.06.2024


2 Reis 2:1.6-14

Leitura do segundo livro dos Reis –

1. Quando Iahweh fez subir Elias ao céu no turbilhão, Elias e Eliseu partiram de Guilgal,

6. Elias disse-lhe: “Fica aqui, porque Iahweh me envia ao Jordão.” Ele respondeu: “Pela vida de Iahweh e pela tua vida, não te deixarei.” E os dois continuaram o caminho.

7. Cinquenta irmãos profetas os seguiram e se postaram a certa distância, enquanto os dois pararam junto ao Jordão.

8. Elias tomou seu manto, enrolou-o e bateu com ele nas águas, que se dividiram para os dois passarem a pé enxuto.

9. Depois de terem passado, Elias disse a Eliseu: “Pede-me o que queres que eu te faça antes que seja arrebatado da tua presença.” Eliseu respondeu: “Que me seja dada uma porção dupla do teu espírito!”

10. Elias respondeu: “Pedes uma coisa difícil. Se me vires quando eu for arrebatado da tua presença, isso te será concedido; caso contrário, não te será.”

11. Continuando eles a caminhar e a conversar, eis que um carro de fogo e cavalos de fogo os separaram um do outro, e Elias subiu ao céu no turbilhão.

12. Eliseu viu e exclamou: “Meu pai, meu pai! Carro de Israel e seus corcéis!” E já não o viu mais. Pegou então suas vestes e as rasgou em duas partes.

13. Apanhou depois o manto que Elias deixara cair e voltou para a margem do Jordão.

14. Com o manto de Elias, bateu nas águas e disse: “Onde está Iahweh, o Deus de Elias?” Bateu nas águas, e elas se dividiram para os dois lados, e Eliseu atravessou. Palavra do Senhor.


Reflexão:


A narrativa da ascensão de Elias e a transferência de seu espírito a Eliseu nos oferece uma lição profunda sobre a continuidade e a fidelidade. Elias, ao ser levado, deixa não apenas um manto, mas um legado espiritual para Eliseu, que simboliza a transmissão de sabedoria e virtude.

Eliseu, ao pedir uma porção dupla do espírito de Elias, demonstra sua compreensão da necessidade de uma maior sabedoria para enfrentar os desafios futuros. Isto nos lembra que, na jornada da vida, devemos buscar constantemente crescer em virtude e conhecimento, como os estoicos ensinavam sobre o cultivo da alma e da mente.

A divisão das águas do Jordão simboliza a capacidade de superar obstáculos com a ajuda do divino e do legado daqueles que nos precederam. Cada um de nós carrega a responsabilidade de manter viva a chama da sabedoria e da justiça, passando-a adiante.

Assim, a história de Elias e Eliseu nos inspira a honrar nossos mestres e guias, e a aspirar sempre a uma compreensão mais profunda, não apenas para nosso próprio bem, mas para o bem de toda a humanidade. O verdadeiro poder não reside na força física, mas na integridade espiritual e na sabedoria que cultivamos e compartilhamos.

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segunda-feira, 17 de junho de 2024

Primeira Leitura: 1 Reis 21:17-29 - 18.06.2024


1 Reis 21:17-29 (Bíblia de Jerusalém)

Leitura do primeiro livro dos Reis – Após a morte de Nabot,

17 Então a palavra de Javé foi dirigida a Elias, o tesbita, nestes termos:

18 "Levanta-te, desce ao encontro de Acab, rei de Israel, que está em Samaria. Ele está na vinha de Nabot, aonde desceu para tomar posse dela.

19 Tu lhe dirás: Assim fala Javé: Mataste e ainda por cima usurpas! Por isso, assim fala Javé: No lugar em que os cães lamberam o sangue de Nabot, lamberão também o teu sangue.

20 Acab disse a Elias: ‘Afinal, encontraste-me, ó meu inimigo! ’ Ele respondeu: ‘Encontrei-te, porque te vendeste para fazer o mal aos olhos de Javé.

21 Vou trazer a desgraça sobre ti, varrer-te-ei e exterminarei todos os homens de tua casa, escravos ou livres, em Israel.

22 Farei tua casa como a casa de Jeroboão, filho de Nebat, e como a casa de Baasa, filho de Aías, por causa da provocação que me fizeste e por teres arrastado Israel ao pecado.

23 Javé também pronunciou contra Jezabel: Os cães devorarão Jezabel no campo de Jezrael.

24 Os da família de Acab que morrerem na cidade serão devorados pelos cães e os que morrerem no campo serão devorados pelas aves do céu.

25 Na verdade, não houve ninguém que se vendesse para fazer o mal aos olhos de Javé como Acab, incitado por sua mulher Jezabel.

26 Ele cometeu abominações, seguindo os ídolos, como haviam feito os amorreus que Javé havia expulsado diante dos israelitas."

27 Quando Acab ouviu essas palavras, rasgou suas vestes, vestiu-se de saco e jejuou. Dormia em saco e andava cabisbaixo.

28 Então a palavra de Javé foi dirigida a Elias, o tesbita, nestes termos:

29 "Viste como Acab se humilhou diante de mim? Porque ele se humilhou diante de mim, não trarei a desgraça durante sua vida. Durante a vida de seu filho, porém, trarei a desgraça sobre sua casa."

- Palavra do Senhor.


Reflexão:


Na leitura de hoje, observamos o confronto entre o profeta Elias e o rei Acab. Acab, ao tomar posse injustamente da vinha de Nabot, enfrenta a ira divina pronunciada por Elias. Este relato não é meramente uma história de retribuição, mas uma lição profunda sobre as consequências de nossos atos e a capacidade de redenção.

Elias, como porta-voz da justiça divina, expõe a natureza corrupta de Acab e Jezabel. No entanto, quando Acab, em um raro momento de introspecção, se humilha e se arrepende, há uma mudança significativa no curso de seu destino. Este episódio destaca a impermanência das circunstâncias humanas e a importância de nossa resposta às adversidades.

Na filosofia estoica, é ensinado que a verdadeira sabedoria reside em reconhecer nossas falhas e buscar a virtude através da aceitação e transformação. Assim, o ato de arrependimento de Acab nos lembra que, mesmo nos momentos de maior erro, há a possibilidade de redenção e mudança. A justiça divina não é apenas retributiva, mas também restauradora, oferecendo um caminho para a reconciliação e o crescimento.

Portanto, ao refletirmos sobre esta leitura, somos chamados a considerar nossas próprias ações e a cultivar um espírito de humildade e arrependimento. Somente através da autoavaliação honesta e do desejo sincero de corrigir nossos erros podemos alcançar uma vida de verdadeira paz e virtude.

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domingo, 16 de junho de 2024

Primeira Leitura: 1 Reis 21:1-16 - 17.06.2024


1 Reis 21:1-16

Leitura do primeiro livro dos Reis – Naquele tempo,

1. Sucedeu, depois destas coisas, que Nabot, o jezreelita, tinha uma vinha que estava em Jezreel, junto ao palácio de Acab, rei de Samaria.

2. Acab falou a Nabot, dizendo: "Dá-me tua vinha para que me sirva de horta, porque está perto de minha casa; e eu te darei por ela uma vinha melhor, ou, se te parece bem, dar-te-ei o seu valor em dinheiro."

3. Mas Nabot disse a Acab: "Guarde-me o Senhor de te dar a herança de meus pais."

4. Acab entrou em casa, triste e indignado por causa da palavra que Nabot, o jezreelita, lhe falara: "Não te darei a herança de meus pais." Deitou-se na sua cama, voltou o rosto e não quis comer.

5. Então Jezabel, sua mulher, veio a ele e lhe disse: "Por que está o teu espírito tão contristado, e não queres comer?"

6. Ele lhe respondeu: "Porque falei a Nabot, o jezreelita, e lhe disse: Dá-me tua vinha por dinheiro; ou, se te apraz, te darei outra vinha por ela. Ele, porém, disse: Não te darei a minha vinha."

7. Jezabel, sua mulher, disse-lhe: "Reinas agora sobre Israel? Levanta-te, come, e alegre-se o teu coração; eu te darei a vinha de Nabot, o jezreelita."

8. Então ela escreveu cartas em nome de Acab, selou-as com o selo do rei e as enviou aos anciãos e aos nobres que habitavam na cidade com Nabot.

9. E escreveu nas cartas, dizendo: "Proclamai um jejum, e ponde Nabot na frente do povo."

10. Ponde defronte dele dois homens, filhos de Belial, que testemunhem contra ele, dizendo: 'Blasfemaste contra Deus e contra o rei.' Então levai-o para fora e apedrejai-o para que morra."

11. E os homens da cidade, os anciãos e os nobres que habitavam na sua cidade, fizeram como Jezabel lhes mandara, conforme estava escrito nas cartas que ela lhes enviara.

12. Proclamaram um jejum e puseram Nabot na frente do povo.

13. Vieram, então, dois homens, filhos de Belial, e se assentaram defronte dele; e os homens de Belial testemunharam contra Nabot diante do povo, dizendo: "Nabot blasfemou contra Deus e contra o rei." Então o levaram para fora da cidade e o apedrejaram até que morreu.

14. Enviaram a Jezabel, dizendo: "Nabot foi apedrejado e morreu."

15. Quando Jezabel ouviu que Nabot tinha sido apedrejado e morrera, disse a Acab: "Levanta-te, toma posse da vinha de Nabot, o jezreelita, a qual ele recusou te dar por dinheiro; pois Nabot não vive, mas é morto."

16. Ouvindo Acab que Nabot era morto, levantou-se para descer à vinha de Nabot, o jezreelita, a fim de tomar posse dela. - Palavra do Senhor.


Reflexão:


Na leitura de hoje, vemos um exemplo gritante de abuso de poder e injustiça. O rei Acab, desejando a vinha de Nabot, encontra-se frustrado por não poder obtê-la de maneira justa. Jezabel, sua esposa, manipula a situação para satisfazer os desejos egoístas do rei, demonstrando um completo desprezo pela justiça e pela vida humana.

A ação de Jezabel e a submissão de Acab revelam como a sede de poder e posse pode corromper até os mais altos níveis de liderança. Nabot, um homem inocente, é cruelmente assassinado por se recusar a ceder a herança de seus pais. Sua integridade e fidelidade aos princípios contrastam com a desonestidade e a brutalidade do casal real.

Esta narrativa nos chama a refletir sobre a importância da justiça, da integridade e da honestidade. Em um mundo onde o poder frequentemente distorce a moralidade, somos chamados a ser como Nabot, firmes em nossos valores e intransigentes na nossa honestidade. Que não nos deixemos corromper pela sede de poder ou riqueza, e que possamos sempre agir com justiça e retidão, mesmo diante da adversidade.

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sábado, 15 de junho de 2024

Primeira Leitura: Ezequiel 17:22-24 - 16.06.2024


Ezequiel 17:22-24 (Bíblia de Jerusalém)

Leitura da profecia de Ezequiel –

22. Assim fala o Senhor Deus: “Eu mesmo tomarei um ramo do alto do cedro, do mais alto de seus ramos arrancarei um broto e o plantarei sobre um monte alto e elevado.

23. Sobre a montanha alta de Israel o plantarei. Deitará ramos e dará frutos, e se tornará um cedro magnífico. Nele se abrigarão todas as aves de toda espécie, à sombra de seus ramos pousarão.

24. E todas as árvores do campo saberão que eu sou o Senhor, que abato a árvore elevada e elevo a árvore baixa, que seco a árvore verde e faço brotar a árvore seca. Eu, o Senhor, o disse e o farei.”

- Palavra do Senhor.


Reflexão:


Queridos amigos,


Neste trecho do profeta Ezequiel, somos apresentados a uma visão poderosa da ação divina na história e na natureza. Deus toma um broto do cedro, símbolo de esperança e renovação, e o planta sobre um monte elevado, onde ele crescerá e se tornará um cedro magnífico. Esta imagem evoca a capacidade divina de transformar e renovar, de fazer brotar vida nova mesmo nas situações mais improváveis.

Este cedro representa o Reino de Deus, um lugar de refúgio e proteção para todas as criaturas, simbolizando a inclusão e a universalidade do amor divino. Assim como todas as aves se abrigarão à sombra de seus ramos, todas as almas encontrarão descanso e segurança no Reino de Deus. Este é um lembrete de que a verdadeira grandeza está em servir e proteger os outros, em oferecer um espaço de acolhimento e paz.

Deus declara que abate a árvore elevada e eleva a árvore baixa, que seca a árvore verde e faz brotar a árvore seca. Este ensinamento nos revela a justiça divina, que reequilibra as desigualdades e manifesta a sua vontade soberana. A natureza cíclica de elevação e abatimento reflete a impermanência das condições humanas e nos convida a praticar a humildade e a confiança na providência divina.

Vejo nesta passagem um convite à contemplação da impermanência e à aceitação do fluxo natural da vida. Assim como as árvores passam por ciclos de crescimento e declínio, nossas vidas são marcadas por altos e baixos, sucessos e fracassos. Em vez de resistir a essas mudanças, devemos acolhê-las como parte do plano divino, reconhecendo que em cada ciclo há uma oportunidade de renovação e crescimento.

Portanto, ao refletirmos sobre estas palavras, deixemos que a sabedoria de Deus nos guie em nossa jornada, cultivando a paciência, a humildade e a esperança. Que possamos sempre lembrar que, mesmo nas adversidades, há potencial para novo crescimento e que, sob a sombra do amor divino, encontramos abrigo e sustento. Que a nossa vida seja como o cedro magnífico, forte e acolhedor, refletindo a glória e a justiça do Criador.

A Paz.

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quinta-feira, 13 de junho de 2024

Primeira Leitura: 1 Reis 19:19-21 - 15.06.2024


1 Reis 19:19-21

Leitura do primeiro livro dos Reis – Naqueles dias, 

19 Elias partiu dali e encontrou Eliseu, filho de Safat, lavrando com doze juntas de bois diante dele, enquanto ele mesmo conduzia a décima segunda. Elias passou perto dele e lançou-lhe o seu manto.  

20 Deixando os bois, Eliseu correu atrás de Elias e disse: "Deixa-me dar um beijo de despedida ao meu pai e à minha mãe, depois te seguirei." Elias respondeu: "Vai e volta! Pois sabes o que fiz contigo."  

21 Eliseu afastou-se, tomou a junta de bois, imolou-os e, com a madeira do arado, cozeu a carne, que deu ao povo para comer. Depois, partiu atrás de Elias e pôs-se ao seu serviço. Palavra do Senhro.


Reflexão:


Caros irmãos e irmãs,


Hoje, ao refletirmos sobre este trecho do Primeiro Livro dos Reis, somos convidados a contemplar o chamado de Eliseu e a resposta imediata e total que ele oferece. A passagem nos mostra Eliseu em meio ao seu trabalho cotidiano quando Elias, o profeta, passa e o chama. O simples gesto de lançar o manto sobre Eliseu simboliza a transferência de uma missão divina.

Eliseu, percebendo a profundidade desse chamado, não hesita em deixar tudo para trás. Seu pedido de se despedir de seus pais não é uma desculpa para adiar a missão, mas um gesto de honra e respeito. Elias, por sua vez, não impõe nada, deixando Eliseu livre para escolher, enfatizando que o verdadeiro seguimento é fruto de uma decisão pessoal e consciente.

A atitude de Eliseu ao imolar os bois e usar a madeira do arado para cozer a carne simboliza uma ruptura definitiva com sua vida anterior. Ele não deixa nada para trás que possa tentá-lo a voltar. Este ato de total desprendimento e entrega é um exemplo poderoso para nós. Quando somos chamados a seguir uma vocação ou missão, é necessário um comprometimento completo e uma confiança plena na providência divina.

Esta leitura nos desafia a refletir sobre nossa própria disponibilidade em responder ao chamado de Deus. Estamos dispostos a deixar nossas zonas de conforto, a renunciar ao que nos prende, para seguir o caminho que Deus nos aponta? Que possamos, inspirados pelo exemplo de Eliseu, responder com generosidade e coragem ao chamado de Deus em nossas vidas.

Amém.

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terça-feira, 11 de junho de 2024

Primeira Leitura: 1 Reis 19:9.11-16 - 14.06.2024


1 Reis 19:9.11-16 (Bíblia de Jerusalém)

Leitura do primeiro livro dos Reis – Naqueles dias, ao chegar a Horeb, o monte de Deus,

9 Lá entrou numa caverna, onde passou a noite. Então a palavra do Senhor lhe foi dirigida nestes termos: "Que fazes aqui, Elias?"  

11 O Senhor lhe disse: "Sai e conserva-te no monte, diante do Senhor; eis que o Senhor vai passar". Nesse momento, passou um vento impetuoso e forte, que fendia as montanhas e quebrava as rochas diante do Senhor; mas o Senhor não estava no vento. Depois do vento, um terremoto; mas o Senhor não estava no terremoto.  

12 Depois do terremoto, um fogo; mas o Senhor não estava no fogo. E depois do fogo, o murmúrio de uma brisa ligeira.  

13 Assim que Elias o ouviu, cobriu o rosto com seu manto, saiu e pôs-se à entrada da caverna. Então, veio-lhe uma voz que dizia: "Que fazes aqui, Elias?"  

14 Ele respondeu: "Estou ardendo de zelo pelo Senhor, Deus dos exércitos, porque os israelitas abandonaram a tua aliança, derrubaram os teus altares e mataram os teus profetas à espada. Só eu fiquei, e eles procuram tirar-me a vida".  

15 O Senhor lhe disse: "Vai, volta pelo caminho do deserto de Damasco; vai e ungirás Hazael como rei da Síria.  

16 Ungirás também Jeú, filho de Namsi, como rei de Israel, e ungirás Eliseu, filho de Safat, de Abel-Meola, como profeta em teu lugar.  - Palavra do Senhor.


Reflexão:


Elias, um dos grandes profetas de Israel, se encontra em um momento de profundo desânimo e busca refúgio em uma caverna. Ali, Deus o chama para fora e lhe mostra que Sua presença não está nas manifestações espetaculares e violentas – o vento impetuoso, o terremoto, o fogo – mas no sussurro de uma brisa suave. Esta passagem nos lembra que Deus frequentemente se revela de maneira silenciosa e sutil, nos pequenos momentos de nossas vidas.

Quando estamos no meio das tempestades de nossa existência, esperando grandes sinais, podemos facilmente nos esquecer de que Deus está sempre presente, mesmo na quietude. A experiência de Elias nos ensina a estar atentos e a ouvir a voz suave de Deus que nos chama à ação.

A missão de Elias continua com a tarefa de ungir novos líderes para Israel, mostrando que, mesmo em momentos de fraqueza, Deus tem um propósito e uma missão para nós. Que possamos aprender a discernir a presença de Deus nas pequenas coisas, nas brisas suaves de nossas vidas diárias, e a responder com coragem e fé ao Seu chamado.

Que a sabedoria de Elias nos inspire a buscar a Deus não apenas nas grandes manifestações, mas na serenidade de uma vida vivida em Sua presença constante.


Amém.

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