Lectio prima: Sophoniae 2,3; 3,12–13
2,3. Quaerite Dominum omnes mansueti terrae, qui iudicium eius operati estis; quaerite iustitiam, quaerite mansuetudinem; si forte abscondamini in die furoris Domini.
Buscai o Senhor, vós que não vos impusestes à terra. Buscar é alinhar o ser ao que permanece. Na mansidão interior, o juízo se torna claridade e o recolhimento preserva a alma quando o transitório se agita.
3,12. Et derelinquam in medio tui populum pauperem et egenum, et sperabunt in nomine Domini.
No centro permanece um resto essencial, despojado de excessos. Nele a confiança não se dispersa, pois repousa no Nome que sustenta o íntimo.
3,13. Reliquiae Israel non facient iniquitatem, nec loquentur mendacium, et non invenietur in ore eorum lingua dolosa, quoniam ipsi pascentur et accubabunt, et non erit qui exterreat.
Quando o interior se ordena, o agir se purifica. A palavra se torna simples, o repouso se faz possível e o medo perde domínio.
Reflexão:
O profeta aponta um caminho de depuração interior.
Buscar o Senhor é aprender a permanecer.
A mansidão revela força governada pelo sentido.
O resto fiel simboliza o núcleo que não se perde.
A verdade amadurece no silêncio do coração.
O repouso nasce da coerência interior.
Quem se alinha ao justo não vive disperso.
Assim a alma encontra estabilidade que não depende do exterior.
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