Lectio Prima I Ioannis 4,19–5,4
4,19 Nos diligamus Deum, quoniam Deus prior dilexit nos.
Amamos porque o princípio do amor precede nossa resposta e desperta a consciência para sua origem.
4,20 Si quis dixerit Quoniam diligo Deum, et fratrem suum odit, mendax est. Qui enim non diligit fratrem suum quem vidit, Deum quem non vidit quomodo potest diligere.
Quem separa o amor vivido do amor professado divide o ser e perde a coerência do ver interior.
4,21 Et hoc mandatum habemus a Deo ut qui diligit Deum, diligat et fratrem suum.
O mandamento indica uma ordem do ser onde o amor reconhecido se estende sem ruptura.
5,1 Omnis qui credit quoniam Iesus est Christus, ex Deo natus est. Et omnis qui diligit eum qui genuit, diligit eum qui natus est ex eo.
Quem reconhece a Verdade encarnada participa de sua origem e acolhe a unidade que dela procede.
5,2 In hoc cognoscimus quoniam diligimus natos Dei, cum Deum diligimus et mandata eius facimus.
O amor torna-se discernível quando a vontade se alinha ao que é essencial.
5,3 Haec est enim caritas Dei ut mandata eius custodiamus. Et mandata eius gravia non sunt.
Guardar o mandamento é habitar uma ordem que não oprime, pois nasce da verdade.
5,4 Quoniam omne quod natum est ex Deo, vincit mundum. Et haec est victoria quae vincit mundum fides nostra.
O que nasce da origem supera as resistências do exterior pela adesão interior ao sentido.
Reflexão:
O amor verdadeiro tem sua fonte antes de qualquer decisão.
A coerência interior sustenta a autenticidade do agir.
Reconhecer a origem ordena o pensamento e o afeto.
A unidade do ser nasce do alinhamento com o essencial.
O mandamento revela uma via de maturidade interior.
O que procede da verdade não pesa sobre a consciência.
A adesão interior vence a dispersão do mundo.
Assim a vida se firma no que não se fragmenta.
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