quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Primeira Leitura: 1 Samuel 9,1-4.17-19; 10,1 - 17.01.2026


Lectio I
De primo libro Samuelis 9,1–4.17–19; 10,1

1 Erat vir de Beniamin nomine Cis filius Abiel filii Seror filii Bechorath filii Aphia, filii viri Iemini, fortis robore.
Há uma origem inscrita na linhagem do ser, onde a força não é apenas vigor exterior, mas disposição interior para sustentar um chamado que ainda não se manifesta.

2 Et erat ei filius nomine Saul, electus et bonus; et non erat vir de filiis Israel pulchrior illo. Ab umero et sursum erat eminentior omni populo.
A distinção visível aponta para uma elevação simbólica, sinal de uma vocação que antecede a consciência e se impõe como responsabilidade silenciosa.

3 Perierant autem asinae Cis patris Saul. Dixitque Cis ad Saul filium suum Tolle tecum unum de servis et surge vade et quaere asinas.
A perda exterior move o ser para fora de sua inércia, pois o que parece ausência torna-se instrumento de orientação.

4 Et transierunt per montem Ephraim et per terram Salisa et non invenerunt; sed et per terram Salim et non erant; sed et per terram Iemini et non invenerunt.
A travessia revela que nem todo caminho conduz ao que se procura, mas cada passo ajusta a disposição interior.

17 Cumque vidisset Samuel Saul Dominus ait ei Ecce vir quem dixeram tibi iste dominabitur populo meo.
O reconhecimento não nasce da aparência imediata, mas de um ponto onde a visão alcança o sentido que sustenta o percurso.

18 Accessit autem Saul ad Samuelem in medio portae et ait Indica mihi obsecro ubi est domus videntis.
A pergunta surge quando a consciência se aproxima do limiar entre o conhecido e o que ainda se revela.

19 Et respondit Samuel Saul dicens Ego sum videns. Ascende ante me in excelsum ut comedatis mecum hodie et dimittam te mane et omnia quae sunt in corde tuo indicabo tibi.
A elevação precede a revelação, pois só quem se dispõe a subir pode ouvir o que já habita o interior.

10,1 Tulit autem Samuel lenticulam olei et effudit super caput eius et deosculatus est eum et ait Nonne quia unxit te Dominus super hereditatem suam in principem.
A unção sela aquilo que já estava latente, confirmando uma direção que não nasce do acaso, mas do desígnio.

Reflexão:
O caminho exterior serve ao ajuste do interior
Nem toda busca revela de imediato seu propósito
Há encontros que apenas confirmam o que já foi preparado
A elevação verdadeira ocorre no silêncio do consentimento
Ser escolhido é assumir uma ordem que precede o desejo
A autoridade nasce da escuta profunda
Cada instante carrega um centro que não passa
E o ser amadurece quando aprende a permanecer nele

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Primeira Leitura: 1 Samuel 8,4-7.10-22 - 16.01.2026

 


Liber Primus Samuelis 8,4-7.10-22

4
Convenerunt omnes maiores natu Israel et venerunt ad Samuelem in Rama.
Quando os anciãos se reúnem, manifesta-se o ponto em que a consciência coletiva busca forma e direção.

5
Dixeruntque ei Ecce tu senuisti et filii tui non ambulant in viis tuis.
A percepção do desgaste revela o temor diante da continuidade e do que sustenta o caminho.

6
Constitue nobis regem ut iudicet nos sicut universae gentes.
O desejo por uma forma visível nasce quando o interior perde confiança no invisível.

7
Dixit autem Dominus ad Samuelem Audi vocem populi.
A escuta do alto permite que a escolha humana siga até suas últimas consequências.

10
Narravit itaque Samuel omnia verba Domini ad populum.
A palavra revelada não impede a decisão mas esclarece o peso que ela carrega.

11
Hoc erit ius regis qui imperaturus est vobis.
Toda forma assumida impõe uma ordem que molda o interior e o exterior.

12
Filios vestros tollet et faciet sibi currus.
Quando o eixo se desloca o que é próprio passa a servir a estruturas externas.

13
Filias quoque vestras assumet.
Até o que gera e nutre pode ser absorvido pelo poder visível.

14
Agros quoque vestros et vineas auferet.
O fruto do tempo entregue sem discernimento perde sua origem.

18
Clamabitis in die illa a facie regis vestri.
O clamor nasce quando se percebe que o apoio escolhido não sustenta o ser.

19
Noluit autem populus audire vocem Samuelis.
A insistência revela a dificuldade de permanecer fiel ao princípio não visível.

22
Dixit Dominus ad Samuelem Constitue eis regem.
O consentimento divino respeita a escolha mesmo quando ela nasce do desvio.

Reflexão:
O ser humano se inquieta quando troca o fundamento invisível por garantias aparentes
O desejo de controle nasce do medo de sustentar-se a partir do interior
Toda escolha molda o modo de habitar o tempo
O que governa por fora exige tributo do centro
A verdadeira firmeza não se impõe ela sustém
Quem perde o eixo busca substitutos
O silêncio interior oferece mais solidez que o ruído do poder
E somente quem permanece fiel ao princípio atravessa as mudanças sem se perder

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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Primeira Leitura: 1 Samuel 4,1-11 - 15.01.2026

 


Liber Primus Samuelis 4,1-11

1 Et factum est verbum Samuelis universis Israel. Et egressus est Israel obviam Philisthiim in proelium, et castrametatus est iuxta lapidem adiutorii. Philisthiim autem castrametati sunt in Aphec.
Quando a palavra ainda não havia sido plenamente acolhida no interior, o povo se moveu para fora, confiando mais no deslocamento do que no enraizamento do ser.

2 Inito autem certamine, percussit Philisthiim Israel, et ceciderunt in acie quasi quattuor millia virorum.
A força dissociada do centro perde consistência, e a queda revela a ausência de alinhamento interior.

3 Et reversus est populus ad castra, dixeruntque maiores natu de Israel Quare percussit nos Dominus hodie coram Philisthiim Afferamus ad nos de Silo arcam foederis Domini, et veniat in medium nostri, et salvet nos de manu inimicorum nostrorum.
Busca-se o sinal exterior quando o fundamento interior não foi habitado.

4 Misit ergo populus in Silo, et tulerunt inde arcam foederis Domini exercituum sedentis super cherubim. Erant autem duo filii Heli cum arca foederis Dei Ophni et Phinees.
O sagrado é transportado como objeto quando deveria ser reconhecido como presença.

5 Cumque venisset arca foederis Domini in castra, vociferatus est omnis Israel clamore grandi, et personuit terra.
O ruído exterior tenta compensar o silêncio não acolhido no íntimo.

6 Et audierunt Philisthiim vocem clamoris, dixeruntque Quid sibi vult clamor hic magnus in castris Hebraeorum Et cognoverunt quod arca Domini venisset in castra.
Até os que estão fora percebem quando o sagrado é tratado como instrumento.

7 Timueruntque Philisthiim dicentes Venit Deus in castra. Et ingemuerunt dicentes Vae nobis.
O temor nasce quando o mistério é confundido com poder imediato.

8 Vae nobis quis nos salvabit de manu deorum sublimium istorum Hi sunt dii qui percusserunt Aegyptum omni plaga in deserto.
A memória do passado não substitui a presença consciente do agora.

9 Confortamini et estote viri Philisthiim ne serviatis Hebraeis sicut et ipsi servierunt vobis confortamini et pugnate.
A determinação humana sem raiz interior endurece, mas não sustenta.

10 Pugnaverunt ergo Philisthiim et caesus est Israel, et fugit unusquisque in tabernaculum suum, factaque est plaga magna nimis, et ceciderunt de Israel triginta millia peditum.
Quando a ordem interior se rompe, a dispersão torna-se inevitável.

11 Et arca Dei capta est, et duo filii Heli mortui sunt Ophni et Phinees.
O sinal separado da fidelidade interior perde sua força reveladora.

Reflexão:
A presença não se deixa possuir como objeto.
O que é carregado fora não substitui o que deve ser habitado dentro.
A confiança deslocada gera ruído, não firmeza.
A derrota ensina o valor do alinhamento silencioso.
A memória não sustenta quem abandona o centro.
O sagrado exige coerência, não transporte.
A força verdadeira nasce do domínio interior.
Quem permanece inteiro não instrumentaliza o mistério.

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Primeira Leitura: 1 Samuel 3,1-10.19-20 - 14.01.2026

 


Lectio prima

1 Samuelis 3,1-10.19-20

  1. Puer autem Samuel ministrabat Domino coram Heli et verbum Domini erat pretiosum in diebus illis non erat visio frequens
    O jovem serve no silêncio da fidelidade, quando a Palavra não se dispersa em excessos e o sentido permanece recolhido.

  2. Factum est igitur in die illa Heli dormiente in loco suo et oculi eius caligaverant nec poterat videre
    Quando a percepção se enfraquece, o olhar exterior cede lugar à escuta interior.

  3. Lucerna Dei antequam extingueretur et Samuel dormiebat in templo Domini ubi erat arca Dei
    A luz ainda acesa indica a presença que sustém, mesmo quando tudo parece repousar.

  4. Vocavit Dominus Samuelem qui respondens ait adsum
    O chamado atravessa o silêncio e encontra um coração disponível no instante pleno.

  5. Et cucurrit ad Heli et dixit adsum vocasti me qui ait non vocavi revertere dormi
    A confusão inicial revela que nem todo chamado é logo reconhecido pela consciência.

  6. Et abiit et dormivit et addidit Dominus vocare Samuelem
    A persistência da voz manifesta que o sentido não se perde quando o ser ainda aprende a ouvir.

  7. Samuel autem nondum sciebat Dominum et non revelatus fuerat ei sermo Domini
    A ignorância não impede a eleição quando há abertura interior.

  8. Et vocavit Dominus Samuelem tertio et surrexit et abiit ad Heli
    A repetição purifica a escuta e educa o coração para o essencial.

  9. Intellexit ergo Heli quod Dominus vocaret puerum et ait ad Samuelem vade dormi et si vocaverit te dices loquere Domine quia audit servus tuus
    O discernimento amadurecido ensina a responder sem apropriação, apenas com presença.

  10. Et abiit Samuel et dormivit in loco suo et venit Dominus et stetit et vocavit sicut prius Samuel Samuel et ait Samuel loquere quia audit servus tuus
    A resposta plena nasce quando o ser se alinha totalmente ao chamado.

  11. Et crevit Samuel et Dominus erat cum eo et non cecidit ex omnibus verbis eius in terram
    A fidelidade faz com que cada palavra encontre sustentação no real.

  12. Et cognovit universus Israel a Dan usque Bersabee quod fidelis Samuel propheta esset Domini
    O reconhecimento exterior surge naturalmente da coerência interior.

Verbum Domini

Reflexão:
O silêncio prepara o ouvido para o essencial
Nem todo chamado se revela de imediato
A constância educa o coração para a escuta reta
O sentido não se impõe, manifesta-se
Quem responde com inteireza não se dispersa
A fidelidade sustenta o agir no tempo
A palavra alinhada ao bem permanece
Assim o ser cresce sem se perder no caminho

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domingo, 11 de janeiro de 2026

Primeira Leitura: 1 Samuel 1,9-20 - 13.01.2026


 Lectio prima

Liber I Samuelis 1,9-20

9 Surrexit ergo Anna postquam comederat et biberat in Silo. Porro Heli sacerdos sedebat super sellam ante postes templi Domini.
Ana se levanta quando o gesto exterior termina e o interior desperta diante daquele que permanece.

10 Cum esset amaro animo oravit Dominum flens largiter
Da profundidade da alma nasce uma palavra que atravessa o instante e alcança o princípio que tudo sustém.

11 Et votum vovit dicens Domine exercituum si respiciens videris afflictionem ancillae tuae et recordatus mei dederisque ancillae tuae sexum masculinum dabo eum Domino omnibus diebus vitae eius et novacula non ascendet super caput eius
O pedido não é posse mas entrega ao sentido que precede e supera o tempo contado.

12 Factum est autem cum illa multiplicaret preces coram Domino observabat Heli os eius
O que é dito em silêncio torna-se mais real do que o som pronunciado.

13 Porro Anna loquebatur in corde suo tantum labia eius movebantur vox autem penitus non audiebatur aestimavit ergo eam Heli ebriam
A linguagem do coração não é medida pelos critérios exteriores.

14 Dixitque ei Heli usquequo inebriata eris aufer a te vinum tuum
O olhar que não alcança a profundidade julga segundo aparências.

15 Respondens Anna ait nequaquam domine mi mulier enim infelix nimis sum et vinum et omne quod inebriare potest non bibi sed effudi animam meam in conspectu Domini
Quando a alma se derrama diante da origem nenhuma máscara permanece.

16 Ne reputes ancillam tuam quasi unam de filiabus Belial quia de multitudine doloris et maeroris locuta sum usque in praesens
A dor assumida torna-se linguagem verdadeira do ser.

17 Tunc Heli ait vade in pace et Deus Israel det tibi petitionem quam postulasti ab eo
A palavra justa restabelece a ordem interior e abre o caminho.

18 Et illa ait inveniat ancilla tua gratiam in oculis tuis et abiit mulier in viam suam et comedit et vultus eius non sunt amplius in diversa mutati
Quem toca o centro reencontra unidade e serenidade.

19 Et surrexerunt mane et adoraverunt coram Domino reversique sunt et venerunt in domum suam in Rama cognovitque Elcana Annam uxorem suam et recordatus est eius Dominus
O que foi acolhido no eterno manifesta-se no tempo oportuno.

20 Et factum est post circulum dierum concepit Anna et peperit filium vocavitque nomen eius Samuel eo quod a Domino postulaverim eum
Aquilo que nasce da origem carrega consigo um chamado.

Reflexão:
A oração verdadeira nasce quando o ruído exterior se aquieta.
O que é confiado à origem não se perde na sucessão dos dias.
A espera amadurece quando o coração permanece alinhado.
Nem todo julgamento alcança a profundidade do ser.
A palavra justa restaura sem violência.
A entrega silenciosa transforma o destino interior.
O instante encontra plenitude quando habitado com retidão.
Assim o humano participa do que permanece.

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sábado, 10 de janeiro de 2026

Primeira Leitura: 1 Samuel 1,1-8 - 12.01.2026

 


Prima Lectio

Liber Primus Samuelis 1,1-8

1 Fuit vir unus de Ramathaim Sophim de monte Ephraim et nomen eius Elcana filius Ieroham filii Eliu filii Thohu filii Suph Ephratheus
Havia um homem cuja origem se estendia no tempo, indicando que cada existência nasce inserida numa linhagem que a precede e a sustenta.

2 Et habuit duas uxores nomen uni Anna et nomen secundae Phenenna eratque Phenennae filii Annae autem non erant liberi
Duas condições interiores coexistem, uma marcada pela fecundidade visível, outra pelo silêncio que amadurece no invisível.

3 Et ascendebat vir ille de civitate sua statutis diebus ut adoraret et immolaret Domino exercituum in Silo erant autem ibi duo filii Heli Ophni et Phinees sacerdotes Domini
O movimento repetido revela que a fidelidade não depende da novidade, mas da constância que atravessa os dias.

4 Venit ergo dies cum immolaret Elcana dabatque Phenennae uxori suae et omnibus filiis eius et filiabus partes
O gesto ritual expressa a ordem do mundo exterior, onde cada um recebe segundo sua condição manifesta.

5 Annae autem dabat partem unam tristis quia Annam diligebat Dominus autem concluserat vulvam eius
O amor não se mede pela abundância aparente, mas pela profundidade do vínculo que atravessa a espera.

6 Affligebat igitur eam aemula sua et vehementer angebat in tantum ut exprobraret ei quod conclusisset Dominus vulvam eius
A prova interior revela o contraste entre o ruído do mundo e o silêncio onde o sentido se forma.

7 Sicque faciebat per singulos annos cum ascenderet ad domum Domini et sic provocabat eam porro illa flebat et non comedebat
O retorno cíclico do sofrimento indica que o tempo também trabalha em camadas profundas, além do imediato.

8 Dixit ergo ei Elcana vir suus Anna cur fles et quare non comedis et quare affligitur cor tuum nonne ego melior sum tibi quam decem filii
A palavra humana tenta consolar, mas nem sempre alcança o ponto onde a alma verdadeiramente espera.

Reflexão:
O silêncio interior é lugar de gestação do sentido
Nem toda plenitude se revela de imediato
O tempo amadurece aquilo que a pressa não alcança
A fidelidade constante sustenta a alma na espera
A dor não nega o valor do ser, mas o aprofunda
A ordem interior nasce da aceitação lúcida do real
O invisível trabalha mesmo quando nada parece mudar
Assim o ser aprende a permanecer inteiro no caminho

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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Primeira Leitura: Isaías 42,1-4.6-7 - 11.01.2026

Prima Lectio

Isaias 42,1–4.6–7
Ecce servus meus, suscipiam eum electus meus, complacuit sibi in illo anima mea dedi spiritum meum super eum iudicium gentibus proferet
Eis o Servo sustentado pela origem, escolhido no íntimo do ser, sobre quem repousa o sopro que ordena e conduz ao discernimento verdadeiro.

2 Non clamabit neque accipiet personam nec audietur vox eius foris
A ação que nasce do centro não precisa de ruído, pois a verdade se afirma pela coerência silenciosa.

3 Calamum quassatum non conteret et linum fumigans non exstinguet in veritate educet iudicium
A firmeza autêntica preserva o que é frágil e conduz com paciência aquilo que ainda amadurece.

4 Non erit tristis neque turbulentus donec ponat in terra iudicium et legem eius insulae exspectabunt
A constância interior sustenta o caminho até que a ordem se estabeleça no íntimo e irradie equilíbrio.

6 Ego Dominus vocavi te in iustitia et apprehendi manum tuam et servavi te et dedi te in foedus populi in lucem gentium
A origem chama o ser à retidão, sustenta seus passos e o torna sinal de clareza para além de si.

7 Ut aperires oculos caecorum et educeres de conclusione vinctum de domo carceris sedentes in tenebris
Despertar a visão interior é libertar da obscuridade que aprisiona e reconduzir ao espaço do sentido.

Reflexão:
O servo verdadeiro age sem romper o ritmo do real.
A força que permanece não nasce da imposição, mas do domínio interior.
Cuidar do que é frágil revela maturidade do caráter.
A constância supera a inquietação do instante.
Quem caminha segundo a razão serena não se dispersa.
A clareza interior ilumina mais que qualquer discurso.
O agir justo sustenta a ordem do ser.
Assim a vida encontra firmeza e direção duradouras.

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