Isaias 42,1–4.6–7
Ecce servus meus, suscipiam eum electus meus, complacuit sibi in illo anima mea dedi spiritum meum super eum iudicium gentibus proferet
Eis o Servo sustentado pela origem, escolhido no íntimo do ser, sobre quem repousa o sopro que ordena e conduz ao discernimento verdadeiro.
2 Non clamabit neque accipiet personam nec audietur vox eius foris
A ação que nasce do centro não precisa de ruído, pois a verdade se afirma pela coerência silenciosa.
3 Calamum quassatum non conteret et linum fumigans non exstinguet in veritate educet iudicium
A firmeza autêntica preserva o que é frágil e conduz com paciência aquilo que ainda amadurece.
4 Non erit tristis neque turbulentus donec ponat in terra iudicium et legem eius insulae exspectabunt
A constância interior sustenta o caminho até que a ordem se estabeleça no íntimo e irradie equilíbrio.
6 Ego Dominus vocavi te in iustitia et apprehendi manum tuam et servavi te et dedi te in foedus populi in lucem gentium
A origem chama o ser à retidão, sustenta seus passos e o torna sinal de clareza para além de si.
7 Ut aperires oculos caecorum et educeres de conclusione vinctum de domo carceris sedentes in tenebris
Despertar a visão interior é libertar da obscuridade que aprisiona e reconduzir ao espaço do sentido.
Reflexão:
O servo verdadeiro age sem romper o ritmo do real.
A força que permanece não nasce da imposição, mas do domínio interior.
Cuidar do que é frágil revela maturidade do caráter.
A constância supera a inquietação do instante.
Quem caminha segundo a razão serena não se dispersa.
A clareza interior ilumina mais que qualquer discurso.
O agir justo sustenta a ordem do ser.
Assim a vida encontra firmeza e direção duradouras.
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